As estrelas de “Mank”, Lily Collins e Amanda Seyfried, concederam uma entrevista exclusiva para a versão espanhola da revista InStyle, na qual ambas falaram sobre cinema, amor, beleza e a importância de aceitar o que nos faz ser diferente. Confira a tradução na íntegra:

• Exercício de memória: como vocês se conheceram?

LC: Estávamos sentadas uma ao lado da outra no Met Gala de 2018 e começamos a conversar sobre todas as coisas que temos em comum. Um pouco depois, viajamos juntas para Praga para fazer um anúncio. Quatro meses depois, começamos a filmar Mank. Foi o destino.

AS: Foi o meu primeiro ensaio com a Lancôme e fiquei um pouco intimidada, mas como estava fazendo a com Lily, foi mais fácil. E então nós duas tivemos o ‘filme dos sonhos’, com Fincher (David, o diretor).

• O que a pandemia está ensinando para vocês?

LC: Para fluir e aproveitar mais o momento. Você precisa ser forte porque senão é fácil cair. Meu parceiro (Charlie McDowell) me ensinou a surfar. E o surf envolve dois tipos de força: física e mental. É uma maneira divertida de superar seu medo de falhar em público.

AS: Não acredito que você está surfando! Parece muito difícil para mim. Os podcasts têm sido minha salvação. Eu ouço audiobooks porque estou sempre fazendo artesanato, tricô ou crochê.

• Se você não está trabalhando, você usa maquiagem em casa?

AS: Eu usei delineador pela primeira vez ontem. Eu disse ao meu marido: “Ei! Veja o que fiz. Fica bom, não é? ”(Risos). Adoro me vestir para ele, me deixa radiante. Tem um efeito dominó em tudo isso.

LC: Eu gosto de usar batom fosco e deixar minhas sobrancelhas livres. Quando eu era criança, elas me deixavam tão insegura que eu as consertava. É maravilhoso ter chegado ao ponto de aceitá-las.

• Mank se passa na Hollywood dos anos 1930 e é filmado em preto e branco. Exala muito glamour.

LC: A equipe de maquiagem teve que criar gradações de cinza, não de cor. A complexidade de pensar em preto e branco versus a vivacidade dos tons que usamos no set foi mais admirável para mim.

AS: Eu interpreto um papel muito específico (a atriz Marion Davies), então eu sabia que o processo de caracterização era longo: duas horas e meia até me transformar completamente, com o canto, os lábios vermelhos e os cílios postiços. Vou lhe dizer que geralmente me sinto atraída por personagens que são mais parecidas comigo, mais naturais.

• Como vocês cuidam da pele de vocês?

AS: Ter uma rotina me ajuda a dormir bem, então a liturgia noturna me parece muito importante. Estou usando Clarifique Face Essence da Lancôme e sou obcecada pelo cheiro. Lavo o rosto duas vezes por dia e hidrato a pele tão bem à noite que, quando acordo, me sinto nova.

LC: Quando eu removo minha maquiagem, minha pele fica seca, então eu adoro usar o soro Génifique da Lancôme para hidratar e nutrir. Eu geralmente uso adesivos sob os olhos quando dirijo. Eu começo a trabalhar e pareço louca, mas funciona para mim.

• Quem dá a vocês os melhores conselhos de beleza?

AS: Minha mãe me pegou colocando uma máscara quando eu tinha cerca de 11 anos. Ela disse: “Menos é mais.” Eu continuo.

LC: Minha mãe insistiu: “Quanto menos você colocar no seu rosto, menos pode piorar ao longo do dia.” É sobre abraçar suas peculiaridades em vez de cobri-las.

Fonte: InStyle España

Tradução & Adaptação: Equipe LCBR

Lily Collins é indicada ao Globo de Ouro 2021.

O Globo de Ouro anunciou hoje (03) os indicados à 78ª edição da premiação dedicada ao cinema e à televisão. Lily Collins foi indicada em três categorias: “Melhor Atriz em Série Musical ou Comédia”, a série ‘Emily In Paris’ (no qual ela também é produtora) foi indicada como “Melhor Série Musical ou Comédia” e o seu projeto recente ‘Mank’, foi indicado como “Melhor Filme de Drama”.

Promovida pela Hollywood Foreign Press Association (‘Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood’), a cerimônia acontecerá em 28 de fevereiro.

Lily Collins Amanda Seyfried concederam uma entrevista exclusiva para a coluna de Roberto Sadovski, na UOL, sobre o filme “Mank”, do qual as atrizes são protagonistas. Confira:

“Mank” é um mergulho na Era de Ouro de Hollywood, quando o roteirista Herman Mankiewicz (papel de Gary Oldman) foi escalado pelo prodígio Orson Welles para escrever o que seria sua obra-prima: “Cidadão Kane”. O filme de David Fincher desenvolve o processo criativo do roteirista, ao mesmo tempo em que discorre sobre as mudanças indeléveis experimentadas pela indústria do cinema, refletidas na sociedade dos anos 1930.

Para falar sobre os bastidores de “Mank”, conversei com suas protagonistas. A primeira foi Amanda Seyfried, que interpreta a atriz Marion Davis, conectada profundamente ao trabalho de Mankiewicz por estar romanticamente envolvida com William Randolph Hearst, inspiração fundamental para a criação de “Kane”. “Tenho sorte em poder visitar uma era que eu não vivi”, conta Amanda, que conquistou o mundo ao protagonizar o musical “Mamma Mia!”. “Era glamuroso, opulente e também um lugar para onde nunca irei.”

Amanda fez sua pesquisa para enxergar o mundo pelo olhar de Marion Davies, atriz que ganhou fama na Hollywood da época do cinema mudo. Mesmo mergulhando em filmes e livros sobre a personagem que interpretaria, ela diz que, no fim, seu trabalho com uma construção em parceria com as observações de Fincher e também atuando ao lado de Gary Oldman.

“Repassamos juntos as cenas para encontrar os momentos, as sutilezas que precisávamos para contar a história do modo como David queria”, lembra. “Havia muito material, muito diálogo! Infelizmente não é comum existir mais roteiros como esse.” O texto de “Mank” é assinado pelo pai do cineasta, Jack Fincher, que escreveu o script nos anos 90 e morreu em 2003, antes de ver a história materializada pelas mãos de seu filho.

A segunda protagonista é Lily Collins, que surge em outro momento na vida de Herman Mankiewicz. Ela é Rita Alexander, secretária e confidente que passa semanas a seu lado enquanto ele se recupera de um acidente automobilístico – e usa o isolamento para dar vida à “Cidadão Kane”. Lily, que recentemente fez barulho ao protagonizar a série “Emily em Paris” para a Netflix, basicamente faz seu trabalho em “Mank” ao lado de Gary Oldman.

“Ele é super-divertido, me fez rir muito!”, lembra a atriz. “Gravar em uma única locação deve ter sido pior para Gary, porque ele estava confinado à cama o tempo todo.” Lily acredita que esse isolamento, que ela compara ao período de quarentena em que o mundo permanece mergulhado, ajudou a construir a tensão e permitiu que o relacionamento se desenvolvesse.

Em comum, as duas atrizes surgem invisíveis em “Mank”, totalmente imersas em seus personagens, totalmente entregues à direção firme de Fincher. “Como ator, não queremos desaparecer, e sim nos destacar”, ressalta Lily Collins. “Mas trabalhar com David não é assim. Você quer fazer parte de um conjunto que cria uma unidade.”

Amanda Seyfried vai além, ressaltando que “Mank” não foi apenas o melhor roteiro que ela recebeu nos últimos anos, mas o melhor material com que trabalhou em toda sua carreira. Imersa sob o manto de Marion Davies, ela ressalta que as pessoas não eram assim tão diferentes nos anos 1930 e hoje em dia. “Achar o lugar-comum em pessoas que viveram há um século é uma forma de nos conectar a elas”, afirma. “As semelhanças são maiores do que se imagina, e assim podemos desaparecer em um papel. É esse o objetivo, certo?”

Assista ao vídeo na íntegra:

 

Fonte: UOL

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